Friday, July 31, 2009

...I wish I could trust someone
To hold me while I cry...

Friday, July 17, 2009

Sammy

Crash crash crash
There go the young boy's hopes
Fallen from the sky
Smashed into the ground
Broken into pieces
Shattered all around

Hey, don't worry Sammy boy
Those hopes that were filled with joy
You know they won't come true
So there's no need for feeling blue
Quit hoping for the past
Accept your future at last

Sammy, you keep dweling on your memories
Chasing ghosts from another life
Just stab them with your knife
Make them bleed out all your pain
Let them see, let them feel
You've been hurting for no gain

Damn those idiotic ghosts
Drenched your dreams in gasoline
Then caught in hellish fire
Like the most dreadful dream
You stretch out for light
But there ain't even a gleam

Poor young Sammy
He is lost within himself
Life's a bitch, they say
A real funless whore
Dear Sammy knows this, of course
But still he craves for more

(Qualquer possivel erro gramatical ou ortográfico será corrigido numa altura em que eu não tiver com sono...)

Monday, July 13, 2009

Lost in Translation...


Eu própria verifiquei, a frigate não está mesmo aberta às Segundas!
Tirada em Cacilhas, por Inês Paulo aka Yumi


Saturday, July 04, 2009

All alone, I fall to pieces

Hoje, estou num naqueles agradáveis dias.
Estou farta de me esforçar para ser alguém que não consigo ser.
Estou farta de pensar em todos os outros menos em mim.
A razão porque já não consigo descobrir o meu verdadeiro "eu", escutar a minha voz interior, é simples: o eu, a voz, a minha essência, foi ignorada, abafada, mutilada, espezinhada por todos os outros, tanto que agora, por muito que queira, deseje e tente, não consigo encontrar nada. Olho para dentro de mim, e só há um grandessíssimo vazio.
Depois também é agradável levar um metafórico chuto no rabo das pessoas pelas quais me perdi.
Como se aquilo porque eu passei, e consequentemente aquilo que estou a passar, não chegasse e agora sentem-se na obrigação de me ver ainda mais miserável.
E neste momento, vejo-me na beira de um abismo. Sei que não salto, e que nunca terei a coragem de saltar. Mas isso não impede que eu deseje que venha um vento mais forte e o faça por mim.
Tal como eu sei que nunca me hei de tornar prioridade na vida de ninguém, que isso a que chamam de amor venha chegar até mim. Mas isso não impede que eu deseje que venha alguém e me faça mudar de ideias.