[Já escrevi isto há algum tempinho...]
De facto, sou muito parva.
A tua indiferença magoa-me. Muito mesmo.
Gostava de saber porque aqueles a quem eu devia ser especial sentem que eu não sou merecedora deles.
Merecedora do seu tempo, das suas palavras, do seu olhar, da sua honestidade.
Eu já tinha sofrido tanto, mas tinha esquecido. Até foste tu que me ajudaste a acabar de fechar a ferida.
Desta maneira tola e inocente, como se diz que deve ser, eu pensei "Vou conseguir ser feliz". Estava preparada.
Então, começo um novo voo. E então, tu cortas-me as asas. Caio, bato de novo com força no chão, de regresso à realidade.
Abre uma nova ferida. Sofro tudo outra vez, o sangue jorra com força e não tenho forças para o estancar.
De novo, a dor.
De novo, as lágrimas.
De novo, a minha mente que não me dá descanso, pensando, relembrando, imaginando, querendo, esperando.
Mais noites sem dormir, insónias auto-inflingidas pelo meu subconsciente.
Já não o consigo controlar, a minha capacidade de o fazer já se foi há muito tempo.
Os pensamentos correm selvagicamente pela minha cabeça. Não há rédeas que os prendam, e já não há força, nem vontade, para mantê-los presos.
O meu corpo assiste apático a este triste masoquismo da minha alma, à destruição do meu ser, à perdição das minhas résteas de sanidade mental.
Não sabia quem era, e estava perdida.
Continuo sem saber quem sou, e estou cada vez mais perdida.
Merda.
Sunday, May 31, 2009
Wednesday, May 27, 2009
Desperation
Não tens o direito.
Invadiste o meu território, vieste confundir-me ainda mais.
Nem podias ter escolhido melhor dia, exactamente no qual em que os acontecimentos levam a crer que a tua vinda tem de ser mais que uma coincidência.
E por causa disso, estou mais perdida.
A música que ainda ontem me punha um sorriso no rosto hoje faz-me chorar.
Então chorei.
E ri.
E gritei.
E olhei apaticamente para o nada, vazia de energia, de corpo, de alma, de tudo.
Não chegou o que me fizeste?
Não chega o que estupidamente ainda me fazes?
Ainda me farás mais?...
Por favor, vai-te embora de vez e leva tudo contigo.
Os gestos, as palavras, as memórias; leva o que é teu, e o de mais alguém também...
Eras-me indiferente, e agora odeio-te.
Mas mais que tudo, odeio-me por me fazeres sentir assim, com uma estupidez tão simples que parece até roçar o histerismo...
Compensa-me: tudo o que te peço é que vás, definitivamente desapareças da minha vida, e assim estarás a salvar um pouco de mim da minha própria pessoa.
É apenas isso que quero.
Tenho a certeza.
Penso.
Acho.
Ou então não.
Não sei.
Não sei...
Fuck.
Invadiste o meu território, vieste confundir-me ainda mais.
Nem podias ter escolhido melhor dia, exactamente no qual em que os acontecimentos levam a crer que a tua vinda tem de ser mais que uma coincidência.
E por causa disso, estou mais perdida.
A música que ainda ontem me punha um sorriso no rosto hoje faz-me chorar.
Então chorei.
E ri.
E gritei.
E olhei apaticamente para o nada, vazia de energia, de corpo, de alma, de tudo.
Não chegou o que me fizeste?
Não chega o que estupidamente ainda me fazes?
Ainda me farás mais?...
Por favor, vai-te embora de vez e leva tudo contigo.
Os gestos, as palavras, as memórias; leva o que é teu, e o de mais alguém também...
Eras-me indiferente, e agora odeio-te.
Mas mais que tudo, odeio-me por me fazeres sentir assim, com uma estupidez tão simples que parece até roçar o histerismo...
Compensa-me: tudo o que te peço é que vás, definitivamente desapareças da minha vida, e assim estarás a salvar um pouco de mim da minha própria pessoa.
É apenas isso que quero.
Tenho a certeza.
Penso.
Acho.
Ou então não.
Não sei.
Não sei...
Fuck.
Monday, May 25, 2009
Indignações
Por cortesia dos meus vizinhos, estou neste momento a ser brindada com o que de melhor se faz no ramo da música ligeira romântica brasileira. Ouvir brasileiros a gemer lamechadas acerca da mulher que lhes enfeitou a cabeça e o quanto agora lhes custa dobrar para passar nas portas é sempre um deleite, não há que duvidar.
Por muito deleitoso que seja, não percebo porque há de esta - vamos lá ser simpáticos - "gente" fazer questão que toda a rua saiba dos seus gostos musicais.
Enfim, gostos musicais à parte, já deu para perceber que todo o membro daquela família sofre de qualquer tipo de surdez, ou um desenvolvimento demasiado acentuado das cordas vocais, passando da avozinha até aos petizes, não deixando também de afectar o canito que lá habita.
Para além de tudo isto, ainda há o facto da simpatia como tratam as outras pessoas e o respeito demonstrado para com os outros seres humanos, como podem constatar do episódio que relato a seguir.
Estamos algures em Janeiro de 2009, na véspera do segundo teste de Introdução à Química da Vida, o que por si só já quer dizer muita coisa.
Ocorre que, por volta das 15h desse dia, os jovens aqui de cima resolvem pôr a tocar apenas o refrão da música do "Vou bloquear-te no MSN", cuja autoria desconheço e espero continuar a desconhecer, em loop contínuo, e acompanham o talentoso artista com as suas afinadas vozes, ao mesmo tempo que riem histericamente.
Talvez isto nas primeiras cinco horas tivesse sido engraçado, mas, chamem-me o que quiserem, eu já começava a ficar um pouco farta.
Lá pelas 20h, o papá começa a resmungar com os adolescentes para porem aquilo mais baixo, e eles obedecem. De nível de volume 100, eles lá fazem o obséquio de baixar para 98.
Chegam as 22h, é tempo da novela da SIC. A simpática avó berra: "metam essa merda mais baixo, que eu quero ver se é hoje que a Flora vai presa". Eles obedecem à anciã? Não! O que faz ela então? Mete a televisão no máximo, pois então! Assim, aqui a Inês, para além do "Vou excluir-te do Orkut!..." e afins, também ouve coisas do género "sua vagabunda pilantra salafrária!", entre outros insultos típicos de uma "cat-fight" das novelas da Globo.
Meto o despertador para as 6h da matina do dia seguinte, pois teria de ir para a faculdade bem cedo, na vã esperança de ainda conseguir dormir. Ah, que inocente eu fui!...
Chegam as 2h da madrugada; eu ainda sem dormir, a música sempre a tocar. Também o Bobi resolve ladrar e patinhar pela casa fora, obviamente necessitado de uma paticure urgente.
Aqui, indigno-me. Levanto-me, e, vociferando vocábulos invocativos do orgão sexual masculino e do acto de fornicar que remetiam para acções que gostaria que fossem infligidas para com estas amorosas criaturas que moram no 5º direito, dirijo-me para a minha sala de estar, que é apenas a divisão mais fria da minha casa (não esqueçamos que isto se passa em pleno Inverno), munida da minha fiel almofada e do telemóvel, que calha ser também o meu despertador.
Deito-me no sofá, e passado algum tempo chega a minha progenitora, que me manda voltar para a cama, pois ficarei doente se dormir na sala com aquele tempo. Ao que eu respondo algo do género (com censura):
Doente já eu estou com o poopoo desta música, possa! Pinoca para esta gente, mas que poopoo é que eles pensam que são, pá?! Daqui a quatro horas tenho de me levantar para fazer o poopoo de um teste, já não basta não ter estudado um rabinho durante a tarde agora também não durmo! Mas que falta de respeito é esta, pénis? A possa daqueles putos não têm escola amanhã, pá?! Vão mas é todos ao pénis que os pinoque!
Nisto já são 3h. Eles lá chegam à conclusão que a música afinal não é assim tão gira. Assim, 12 horas depois de terem começado, carregam eles no stop do Media Player.
Passo então o dia inteiro na faculdade, das 8h até mais ou menos às 16h. O teste lá se fez, miraculosamente consegui obter positiva não obstante do facto de a bela da música continuar a retinir nos meus ouvidos e da enxaqueca se ter instalado na minha cabeça durante todo esse dia.
Já não me lembro do que aconteceu ao certo no resto do dia, o que sei é que a minha mãe chega a casa, depois de ter apanhado o elevador com duas das mulheres oriundas do apartamento acima do meu. Ela estava visivelmente chateada, pois andaram as duas senhoras a sussurrar algo do género "Esta gaja é que deve ser a mãe daquela miúda estúpida, onde é que já se viu deixar a filha gritar daquela maneira àquelas horas".
Tirem agora as vossas elações daquilo que aturo quase todos os dias, desde que esta tropa de chungaria se veio mudar para o meu prédio.
Moral da história: por amor de Natas, dêem-me uma arma no Natal.
Por muito deleitoso que seja, não percebo porque há de esta - vamos lá ser simpáticos - "gente" fazer questão que toda a rua saiba dos seus gostos musicais.
Enfim, gostos musicais à parte, já deu para perceber que todo o membro daquela família sofre de qualquer tipo de surdez, ou um desenvolvimento demasiado acentuado das cordas vocais, passando da avozinha até aos petizes, não deixando também de afectar o canito que lá habita.
Para além de tudo isto, ainda há o facto da simpatia como tratam as outras pessoas e o respeito demonstrado para com os outros seres humanos, como podem constatar do episódio que relato a seguir.
Estamos algures em Janeiro de 2009, na véspera do segundo teste de Introdução à Química da Vida, o que por si só já quer dizer muita coisa.
Ocorre que, por volta das 15h desse dia, os jovens aqui de cima resolvem pôr a tocar apenas o refrão da música do "Vou bloquear-te no MSN", cuja autoria desconheço e espero continuar a desconhecer, em loop contínuo, e acompanham o talentoso artista com as suas afinadas vozes, ao mesmo tempo que riem histericamente.
Talvez isto nas primeiras cinco horas tivesse sido engraçado, mas, chamem-me o que quiserem, eu já começava a ficar um pouco farta.
Lá pelas 20h, o papá começa a resmungar com os adolescentes para porem aquilo mais baixo, e eles obedecem. De nível de volume 100, eles lá fazem o obséquio de baixar para 98.
Chegam as 22h, é tempo da novela da SIC. A simpática avó berra: "metam essa merda mais baixo, que eu quero ver se é hoje que a Flora vai presa". Eles obedecem à anciã? Não! O que faz ela então? Mete a televisão no máximo, pois então! Assim, aqui a Inês, para além do "Vou excluir-te do Orkut!..." e afins, também ouve coisas do género "sua vagabunda pilantra salafrária!", entre outros insultos típicos de uma "cat-fight" das novelas da Globo.
Meto o despertador para as 6h da matina do dia seguinte, pois teria de ir para a faculdade bem cedo, na vã esperança de ainda conseguir dormir. Ah, que inocente eu fui!...
Chegam as 2h da madrugada; eu ainda sem dormir, a música sempre a tocar. Também o Bobi resolve ladrar e patinhar pela casa fora, obviamente necessitado de uma paticure urgente.
Aqui, indigno-me. Levanto-me, e, vociferando vocábulos invocativos do orgão sexual masculino e do acto de fornicar que remetiam para acções que gostaria que fossem infligidas para com estas amorosas criaturas que moram no 5º direito, dirijo-me para a minha sala de estar, que é apenas a divisão mais fria da minha casa (não esqueçamos que isto se passa em pleno Inverno), munida da minha fiel almofada e do telemóvel, que calha ser também o meu despertador.
Deito-me no sofá, e passado algum tempo chega a minha progenitora, que me manda voltar para a cama, pois ficarei doente se dormir na sala com aquele tempo. Ao que eu respondo algo do género (com censura):
Doente já eu estou com o poopoo desta música, possa! Pinoca para esta gente, mas que poopoo é que eles pensam que são, pá?! Daqui a quatro horas tenho de me levantar para fazer o poopoo de um teste, já não basta não ter estudado um rabinho durante a tarde agora também não durmo! Mas que falta de respeito é esta, pénis? A possa daqueles putos não têm escola amanhã, pá?! Vão mas é todos ao pénis que os pinoque!
Nisto já são 3h. Eles lá chegam à conclusão que a música afinal não é assim tão gira. Assim, 12 horas depois de terem começado, carregam eles no stop do Media Player.
Passo então o dia inteiro na faculdade, das 8h até mais ou menos às 16h. O teste lá se fez, miraculosamente consegui obter positiva não obstante do facto de a bela da música continuar a retinir nos meus ouvidos e da enxaqueca se ter instalado na minha cabeça durante todo esse dia.
Já não me lembro do que aconteceu ao certo no resto do dia, o que sei é que a minha mãe chega a casa, depois de ter apanhado o elevador com duas das mulheres oriundas do apartamento acima do meu. Ela estava visivelmente chateada, pois andaram as duas senhoras a sussurrar algo do género "Esta gaja é que deve ser a mãe daquela miúda estúpida, onde é que já se viu deixar a filha gritar daquela maneira àquelas horas".
Tirem agora as vossas elações daquilo que aturo quase todos os dias, desde que esta tropa de chungaria se veio mudar para o meu prédio.
Moral da história: por amor de Natas, dêem-me uma arma no Natal.
Sunday, May 24, 2009
Felicidade!...
Acabo de acordar, ao som de música chunga e do telefone.
Supostamente hoje iria ser recambiada para uma das minhas santas terrinhas, Balaqueira, para ir apanhar cerejas. Mas devido ao facto da chuva torrencial de ontem à noite, a missão foi abortada. Yay para mim!
Não é yay por não gostar da terrinha ou isso, mas sim derivado ao facto de que ontem, finalmente, se conseguiu pôr o router a trabalhar! Estou livre de algum domínio e controlo! Poderei usufruiur da Internet onde e quando quiser, desde que não esteja na sala (sim, o sinal do router é tão fraquinho que não me permite alapar no sofá enquanto navego a World Wide Web). Tenho de aproveitar esta vitória de uma batalha que já dura há tantos anos, e na bela da Balaqueira espantosamente não há de chegar o sinal...
Ontem tive de festejar, fazendo download de anime e lendo manga até a minha enxaqueca costumeira dos sábados me pedir descanso por intermédio de ondas de dor insuportáveis.
Mas estava feliz...
Este é um post mesmo muito estúpido. Mas só serve para provar a felicidade, também ela estúpida, que os eventos recentes me proporcionaram. Só para terem uma noção da tristeza...
Ah, e também porque não aprecio cerejas.
Supostamente hoje iria ser recambiada para uma das minhas santas terrinhas, Balaqueira, para ir apanhar cerejas. Mas devido ao facto da chuva torrencial de ontem à noite, a missão foi abortada. Yay para mim!
Não é yay por não gostar da terrinha ou isso, mas sim derivado ao facto de que ontem, finalmente, se conseguiu pôr o router a trabalhar! Estou livre de algum domínio e controlo! Poderei usufruiur da Internet onde e quando quiser, desde que não esteja na sala (sim, o sinal do router é tão fraquinho que não me permite alapar no sofá enquanto navego a World Wide Web). Tenho de aproveitar esta vitória de uma batalha que já dura há tantos anos, e na bela da Balaqueira espantosamente não há de chegar o sinal...
Ontem tive de festejar, fazendo download de anime e lendo manga até a minha enxaqueca costumeira dos sábados me pedir descanso por intermédio de ondas de dor insuportáveis.
Mas estava feliz...
Este é um post mesmo muito estúpido. Mas só serve para provar a felicidade, também ela estúpida, que os eventos recentes me proporcionaram. Só para terem uma noção da tristeza...
Ah, e também porque não aprecio cerejas.
Friday, May 22, 2009
Crónicas PCE-icas...
Olá, daqui novamente Inês e Joana a relatar os interessantíssimos acontecimentos que ocorrem nas maravilhosas aulas em que deveríamos estar a programar.
Um primeiro ponto a referir é que, novamente, um dos ilustres da frente está ausente. Começo a ficar preocupada. De resto, tudo aparenta estar nos conformes.
Há o Lini, ensonadinho.
Há crominhos que só estão nos seus é-meles e em fórum de tretas.
Há quem jogue coisas e há também que escreva em blogues ao mesmo tempo que finge trabalhar! (Alerta Lini...)
Há pessoal sem vida que de facto percebe disto e consegue trabalhar. Tenho pena deles, mas ao mesmo tempo inveja. Buh.
As aulas anteriores foram deveras interessantes. Começamos com Didi:
"Na colisão elástica não há conservação de energia cinética. Não, esperem... Afinal acho que há!... Não, não há... Não, agora eu tenho a certeza absoluta do que vou dizer a seguir: na colisão elástica, há conservação de energia cinética!"... Bravo.
Passemos então a Graci, que hoje nos brindou com o seu riso mais espectacular, depois de relatar um acontecimento deveras divertido! Riso esse que fez lembrar os esgares hienicos da mítica Leprechaun, o que nos leva a constatar que provavelmente será um tique típico dos versados em matemáticas.
Também foi descoberto um tique psicótico da parte de Inês... Ao que parece, eu roço violentamente os punhos um contra o outro, em jeito de psicopata.
Ah!! Hoje falta o nosso coleguinha do penteado mais super espectacular da história da FCT! (Ah, agora por falar em penteados, o costumeiro "Helmet Head" das aulas da Graci hoje só teve tempo para ajeitar mitade (sim, mItade, com I!) da sua farta (e algo sobrecarregada de gel) cabeleira, por isso, estava somente Semi-Helmet).
Aconselhamos vivamente a comerem muitos limões, porque, meus amigos, "Limão é muito terapêutico", segundo palavras do próprio. Fizemos agora uma pequena pausa para ver fotos deste homem, que é sem dúvida um santo, para nos regozijarmos na sua espectacularidade. Com espectacularidade, quero dizer, estranheza (para ser simpática). Com regozijar, quero dizer enojar.
Hoje a Inês está disléxica. E a Joana está com soninho, para não variar...
Pupias = Poupiers.
P-value = Pivel.
Médio Oriente = Faroeste.
Lets do random automatic thoughts writing. I like chocolate very much I'd like to be a nice and cute kitty cat so I could sleep all day and eat whatever I wanted to. Antony Kiedis quer festa na patareca de outrém. Esse senhor é um taradão funky muito fixe pá.
Es berdad, daquilo que já visionamentalizacionei do concertos dos Redóte Xile Péperes em Tóquio (2000), tenho as seguintes elações a efectuar:
Chad: ex-con with a cute cap.
Antony: private school boy gone skunky.
John: grungy Jesus having abnormaly long orgasms, never reaching the climax.
Flea: psycho pink horny clown.
Enfim, eles são super espectaculares. Estou a adorá-los... E isto no Cacém! Ah não... é Tokyo mesmo...
PÓRECUPINE TRI EM NOVEMBRO!!!! IGUÉLES DO DEATH METÁL NO ALIVE!!! YAY!
Ai... Como queria o Zlad do meu lado! Quem me levasse no seu space rocket (into his love rocket climb), and in tank of fuel, is not fuel but lóbe, abóve us there is nothing abóve, but the starz abóve!...
Atentem! O moço da frente já estava todo pimpão, querendo ir embora, veio Lini e abortou-lhe os planos! Bravo Lini! Mas agora nós estamos a modos que lixadas, pois queriamos sair daqui a 3 minutos... Enfim...
Aproveito então para vos dedicar esta canção, com muito amor e carinho:
'Bora daí
'Bora daí rapaz!
Este é o Funk
Da Tinomania!...
AndImwritingrandomlyagainbecauseilikegoingcompletlypsychedelicdoyouwannaeatsomecutefluffypopcornsdoyoulikebluedoyoulikebeingonthebluesdoyou
Joana, permite que interrompa a tua divagação para manifestar a minha indignação em relação a isto:
Estou farta que o senhor Fruto (não digamos o nome dele) se Alevante para se ir armar em doutor junto dos seus coleguinhas. Pronto, já sabemos que sabes porra! Vai mas é enfiar-te na masmorra fachabore e deixa-nos em paz na nossa inguenorância.
Ah afinal não era para dar explicações de PCE, mas sim para desencaminhar uma moça, fazendo-a jogar um jogo ónelaine! Pois, queres as boas notas só para ti e andas a cunspurcar os outros, seu bandido... Mas eu já te topei! Ha-des ver ha-des! Ha-des ver o que te faço se me vieres armado em lampeiro para mim! Levas uma lamparina que ficas a andar de lado! É logo uma lambada, que te viro a cara ao contrário. Verás!
Piropos badalhocos, a maior parte da nossa autoria!:
Ó garina, ca ganda avião que tu me SAÍSTES! Queres vir a jacto??
Ó Pini, vinde cá que te dou o Pom! E do bom! (e fresquinho)
Ó febra, quereis assá-lo?? Então vinde cá à brasa!
Ó fofa, diz-me quem é o teu ginecologista, para lhe ir lamber os dedos!
Ó belezura, és tão boa como a música... Até dá dó!
Ó mor, posso-ta pôr?
Ó gata, afia as unhas nas minhas costas!
Mas que lindas curvas, posso dobrá-las?
Mas ca ganda pacote, posso abri-lo?
Mas ca ganda paRteleira... Só me apetece é pregar-te à parede!
Epa o senhor da frente acabou de se retirar, será que lhe seguimos o inzemplo??
Acho que deveríamos... A esta hora podia eu estar alapada no sofá e estou aqui fechada no meio de geeks. A esta hora podia eu... nah...
Se calhar publicávamos esta mensagem e bazaríamos... Acho que é mesmo isso que iremos infequetuar!
Então, Bai Bai Maria Ivone!
Um primeiro ponto a referir é que, novamente, um dos ilustres da frente está ausente. Começo a ficar preocupada. De resto, tudo aparenta estar nos conformes.
Há o Lini, ensonadinho.
Há crominhos que só estão nos seus é-meles e em fórum de tretas.
Há quem jogue coisas e há também que escreva em blogues ao mesmo tempo que finge trabalhar! (Alerta Lini...)
Há pessoal sem vida que de facto percebe disto e consegue trabalhar. Tenho pena deles, mas ao mesmo tempo inveja. Buh.
As aulas anteriores foram deveras interessantes. Começamos com Didi:
"Na colisão elástica não há conservação de energia cinética. Não, esperem... Afinal acho que há!... Não, não há... Não, agora eu tenho a certeza absoluta do que vou dizer a seguir: na colisão elástica, há conservação de energia cinética!"... Bravo.
Passemos então a Graci, que hoje nos brindou com o seu riso mais espectacular, depois de relatar um acontecimento deveras divertido! Riso esse que fez lembrar os esgares hienicos da mítica Leprechaun, o que nos leva a constatar que provavelmente será um tique típico dos versados em matemáticas.
Também foi descoberto um tique psicótico da parte de Inês... Ao que parece, eu roço violentamente os punhos um contra o outro, em jeito de psicopata.
Ah!! Hoje falta o nosso coleguinha do penteado mais super espectacular da história da FCT! (Ah, agora por falar em penteados, o costumeiro "Helmet Head" das aulas da Graci hoje só teve tempo para ajeitar mitade (sim, mItade, com I!) da sua farta (e algo sobrecarregada de gel) cabeleira, por isso, estava somente Semi-Helmet).
Aconselhamos vivamente a comerem muitos limões, porque, meus amigos, "Limão é muito terapêutico", segundo palavras do próprio. Fizemos agora uma pequena pausa para ver fotos deste homem, que é sem dúvida um santo, para nos regozijarmos na sua espectacularidade. Com espectacularidade, quero dizer, estranheza (para ser simpática). Com regozijar, quero dizer enojar.
Hoje a Inês está disléxica. E a Joana está com soninho, para não variar...
Pupias = Poupiers.
P-value = Pivel.
Médio Oriente = Faroeste.
Lets do random automatic thoughts writing. I like chocolate very much I'd like to be a nice and cute kitty cat so I could sleep all day and eat whatever I wanted to. Antony Kiedis quer festa na patareca de outrém. Esse senhor é um taradão funky muito fixe pá.
Es berdad, daquilo que já visionamentalizacionei do concertos dos Redóte Xile Péperes em Tóquio (2000), tenho as seguintes elações a efectuar:
Chad: ex-con with a cute cap.
Antony: private school boy gone skunky.
John: grungy Jesus having abnormaly long orgasms, never reaching the climax.
Flea: psycho pink horny clown.
Enfim, eles são super espectaculares. Estou a adorá-los... E isto no Cacém! Ah não... é Tokyo mesmo...
PÓRECUPINE TRI EM NOVEMBRO!!!! IGUÉLES DO DEATH METÁL NO ALIVE!!! YAY!
Ai... Como queria o Zlad do meu lado! Quem me levasse no seu space rocket (into his love rocket climb), and in tank of fuel, is not fuel but lóbe, abóve us there is nothing abóve, but the starz abóve!...
Atentem! O moço da frente já estava todo pimpão, querendo ir embora, veio Lini e abortou-lhe os planos! Bravo Lini! Mas agora nós estamos a modos que lixadas, pois queriamos sair daqui a 3 minutos... Enfim...
Aproveito então para vos dedicar esta canção, com muito amor e carinho:
'Bora daí
'Bora daí rapaz!
Este é o Funk
Da Tinomania!...
AndImwritingrandomlyagainbecauseilikegoingcompletlypsychedelicdoyouwannaeatsomecutefluffypopcornsdoyoulikebluedoyoulikebeingonthebluesdoyou
Joana, permite que interrompa a tua divagação para manifestar a minha indignação em relação a isto:
Estou farta que o senhor Fruto (não digamos o nome dele) se Alevante para se ir armar em doutor junto dos seus coleguinhas. Pronto, já sabemos que sabes porra! Vai mas é enfiar-te na masmorra fachabore e deixa-nos em paz na nossa inguenorância.
Ah afinal não era para dar explicações de PCE, mas sim para desencaminhar uma moça, fazendo-a jogar um jogo ónelaine! Pois, queres as boas notas só para ti e andas a cunspurcar os outros, seu bandido... Mas eu já te topei! Ha-des ver ha-des! Ha-des ver o que te faço se me vieres armado em lampeiro para mim! Levas uma lamparina que ficas a andar de lado! É logo uma lambada, que te viro a cara ao contrário. Verás!
Piropos badalhocos, a maior parte da nossa autoria!:
Ó garina, ca ganda avião que tu me SAÍSTES! Queres vir a jacto??
Ó Pini, vinde cá que te dou o Pom! E do bom! (e fresquinho)
Ó febra, quereis assá-lo?? Então vinde cá à brasa!
Ó fofa, diz-me quem é o teu ginecologista, para lhe ir lamber os dedos!
Ó belezura, és tão boa como a música... Até dá dó!
Ó mor, posso-ta pôr?
Ó gata, afia as unhas nas minhas costas!
Mas que lindas curvas, posso dobrá-las?
Mas ca ganda pacote, posso abri-lo?
Mas ca ganda paRteleira... Só me apetece é pregar-te à parede!
Epa o senhor da frente acabou de se retirar, será que lhe seguimos o inzemplo??
Acho que deveríamos... A esta hora podia eu estar alapada no sofá e estou aqui fechada no meio de geeks. A esta hora podia eu... nah...
Se calhar publicávamos esta mensagem e bazaríamos... Acho que é mesmo isso que iremos infequetuar!
Então, Bai Bai Maria Ivone!
Thursday, May 21, 2009
Cansaço
Enfim, porque me falta inspiração ou talento para me definir, deixo que alguém mais apto a isso o faça por mim.
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
Tuesday, May 19, 2009
Monday, May 18, 2009
Sunday, May 10, 2009
Poe-induced randomness...
Little girl running through the woods
Who the hell are you?
Little girl running through the woods
What are you going to do?
Running through the woods
And crying your heart out.
Do not worry little girl,
I am sure it is not your fault.
Running, running, running
Tripping and falling here and there.
Be careful, little girl,
Now you have dirt in your hair!
Finally the little gril stops
And looks all the way around.
But no one is here, little girl,
And the silence is profound.
The little girl reaches her bag
And grabs the hilt of a knife.
She aims for her heart,
And all is over in one strike.
Little girl, little girl,
Why this all of a sudden?
Though, you look as like
You have been lifted such a heavy burden...
But your mummy will get mad,
You ruined a blouse that was so nice!
And daddy will go crazy
When he sees you took his hunting knife!
The little girl now lies on the floor
Lifeless and ever so still.
Blood drains from her chest,
But the pain is no longer real.
Her eyes remain wide open
Staring blankly at the sun.
She now seems to be at peace,
For she is no longer on the run.
Little girl, I recognise you now
And at last, you are free!
And so, here ends the gloomy tale
Of the running little girl that was me.
Who the hell are you?
Little girl running through the woods
What are you going to do?
Running through the woods
And crying your heart out.
Do not worry little girl,
I am sure it is not your fault.
Running, running, running
Tripping and falling here and there.
Be careful, little girl,
Now you have dirt in your hair!
Finally the little gril stops
And looks all the way around.
But no one is here, little girl,
And the silence is profound.
The little girl reaches her bag
And grabs the hilt of a knife.
She aims for her heart,
And all is over in one strike.
Little girl, little girl,
Why this all of a sudden?
Though, you look as like
You have been lifted such a heavy burden...
But your mummy will get mad,
You ruined a blouse that was so nice!
And daddy will go crazy
When he sees you took his hunting knife!
The little girl now lies on the floor
Lifeless and ever so still.
Blood drains from her chest,
But the pain is no longer real.
Her eyes remain wide open
Staring blankly at the sun.
She now seems to be at peace,
For she is no longer on the run.
Little girl, I recognise you now
And at last, you are free!
And so, here ends the gloomy tale
Of the running little girl that was me.
Friday, May 08, 2009
À descrição
Blog renovado para eventualmente fazer por contaminar a World Wide Web com as estranhezas contraditórias da minha existência.
Tradução: quando me lembrar da existência deste espacinho, vou chatear quem estiver disposto a ler o que por aqui escrevo com a parvoeira do meu dia-a-dia e coisas que me dêem na telha.
Tradução: quando me lembrar da existência deste espacinho, vou chatear quem estiver disposto a ler o que por aqui escrevo com a parvoeira do meu dia-a-dia e coisas que me dêem na telha.
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