Não tens o direito.
Invadiste o meu território, vieste confundir-me ainda mais.
Nem podias ter escolhido melhor dia, exactamente no qual em que os acontecimentos levam a crer que a tua vinda tem de ser mais que uma coincidência.
E por causa disso, estou mais perdida.
A música que ainda ontem me punha um sorriso no rosto hoje faz-me chorar.
Então chorei.
E ri.
E gritei.
E olhei apaticamente para o nada, vazia de energia, de corpo, de alma, de tudo.
Não chegou o que me fizeste?
Não chega o que estupidamente ainda me fazes?
Ainda me farás mais?...
Por favor, vai-te embora de vez e leva tudo contigo.
Os gestos, as palavras, as memórias; leva o que é teu, e o de mais alguém também...
Eras-me indiferente, e agora odeio-te.
Mas mais que tudo, odeio-me por me fazeres sentir assim, com uma estupidez tão simples que parece até roçar o histerismo...
Compensa-me: tudo o que te peço é que vás, definitivamente desapareças da minha vida, e assim estarás a salvar um pouco de mim da minha própria pessoa.
É apenas isso que quero.
Tenho a certeza.
Penso.
Acho.
Ou então não.
Não sei.
Não sei...
Fuck.
Wednesday, May 27, 2009
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3 comments:
uau...
sim senhora...criatividade ao maximo..tal como frustação...gosto
bj
um final em beleza :'D
fuck.
ai gaja como te compreendo...mais ou menos... >.<
Mais uma vez repito: apenas uma alminha não muito inteligente, vá, um naco sem grandes miolos...
Eu sei que é difícil (porra, se sei...), mas não penses nisso, só vais perder tempo.
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